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Flamengo prevê obras gerais na Ilha; Botafogo perde 'casa' e retorno técnico e financeiro

Mesmo com contrato assinado, Rubro-Negro ainda não terminou projeto, mas vai aumentar capacidade. Alvinegro esbarrou nas obrigações com o Engenhão

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(Foto: Divulgação/Site Oficial)
Diretorias de Fla e Lusa assinaram contrato nesta segunda (Foto: Divulgação/Site Oficial)

por Thayuan Leiras e Venê Casagrande

O Flamengo arranjou um estádio para 2017, mas também problemas para resolver e mais uma rusga com o Botafogo. Ao assinar com a Portuguesa-RJ, o Rubro-Negro conseguiu pressionar o governo do estado do Rio de Janeiro e, ao mesmo tempo, apostar em um modelo de sucesso elaborado pelo rival.

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Mesmo com pré-contrato de três anos assinado, o clube da Gávea ainda não tem a parceria consolidada com o clube da Ilha do Governador. Há indefinição sobre investimento, obras que serão feitas e até a inclusão ou não de atletas rubro-negros na parceria com a Lusa.

É certo, porém, que mudanças no estádio serão feitas, e com um custo de cerca de R$ 20 milhões. O Flamengo garantiu reformas para 2017 e ainda vai entrar em contato com as parceiras que hoje são do rival. A principal é a empresa de engenharia Mills, responsável pelas arquibancadas. Isso porque, ao Esporte Interativo, o vice-presidente da Portuguesa-RJ, Marcelo Barros, revelou que a capacidade do estádio será aumentada.

Mesmo com o projeto, a Mills, no entanto, informou que ainda não foi procurada pelo Rubro-Negro. A empresa, que montou as atuais arquibancadas do Luso-Brasileiro e tem no currículo trabalhos em 12 estádios da Copa do Mundo de 2014, afirmou que tem parceria somente até dezembro deste ano, com o Botafogo.

Torcida alvinegra fez a festa na Arena Botafogo (Foto: Vitor Silva/SS Press/Botafogo)
Torcida alvinegra adotou estádio em 2016 (Foto: Vitor Silva/SS Press/Botafogo)

Botafogo deixa casa e novo xodó da torcida

Com um custo total, oficialmente, de R$ 5 milhões, o Botafogo reformou gramado, arquibancadas, vestiários, mudou iluminação e conseguiu resultados financeiros e esportivos na casa de 2016. Na Ilha do Governador, o Alvinegro teve renda bruta próxima dos R$ 3 milhões e média de público de 8.817. Isso em 12 jogos, com sete vitórias, dois empates e três derrotas. Mesmo assim, o Glorioso não correu para garantir o estádio e viu o Flamengo tomar a dianteira, como revelou Marcelo Barros.

“A gente teve uma conversa informal e perguntou se havia o interesse. Eles passaram que, com a volta do Engenhão, eles não teriam condições de manter os dois estádios. Eles estavam tentando algo com a federação (FERJ), mas, nesse meio tempo, veio a proposta do Flamengo e resolvemos aceitar”.

A Federação de Futebol do Rio de Janeiro (FERJ) confirmou, em parte, a informação. Segundo a entidade, houve conversas para garantir o Luso-Brasileiro para o Campeonato Carioca de 2017. Mas, pelo retorno do Engenhão e de todos os custos do estádio olímpico, o projeto não vingou.

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