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#ForçaChape: o perfil dos guerreiros de Chapecó

Conheça um pouco da história de um time que ganhou o abraço do mundo

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Se já tinha o carinho da maioria dos torcedores brasileiros, a Chapecoense ganhou o abraço do mundo, nesta terça-feira (29). Após superar barreiras e surpreender gigantes da América do Sul, a equipe de Chapecó se dirigia à Colômbia para a maior final de seus 43 anos, mas um acidente aéreo trágico culminou no maior desastre esportivo da história mundial. A equipe do Esporte Interativo traçou um perfil dos 22 guerreiros e do comandante Caio Júnior.

(Crédito: NELSON ALMEIDA/AFP/Getty Images)
(Crédito: NELSON ALMEIDA/AFP/Getty Images)

Ailton Canela

Ailton Cesar Junior Alves da Silva chegou à Chapecoense em junho deste ano, após se destacar na campanha do Botafogo-SP na Série D de 2015. Em sua primeira coletiva no novo clube, afirmou que preferia ser chamado de Juninho, mas a ideia não pegou. O jogador tinha apenas 21 anos.

(Crédito: Friedemann Vogel/Getty Images)
(Crédito: Friedemann Vogel/Getty Images)

Alan Ruschel

O primeiro resgatado da maior tragédia da história do esporte mundial, Alan Ruschel nasceu na cidade gaúcha de Nova Hertz. Aos 27 anos, vivia a sua segunda passagem pela Chapecoense. O lateral esquerdo foi revelado pelo Juventude e ganhou uma oportunidade na equipe catarinense em 2013. Depois de apenas seis jogos, foi suspenso por doping, só retornando aos gramados em 2014, já no Internacional.

Em 2015, foi emprestado ao Atlético-PR, mas uma grave lesão no joelho abreviou a passagem pelo clube para apenas dois jogos. Retornou à Chape neste ano, novamente por empréstimo. Depois do resgate do acidente, se preocupou em pedir para guardarem a sua aliança. Sua noiva, Marina Storchi, revelou ao jornal Lance! que estava em vias de marcar o casamento. Que a recuperação de Alan seja plena em mais esta nova chance que a vida lhe deu. Segundo as últimas informações, está com quadro estável, segundo o Hospital Sommer.

(Crédito: JUAN MABROMATA/AFP/Getty Images)
(Crédito: JUAN MABROMATA/AFP/Getty Images)

Ananias

Revelado no Bahia, Ananias, de 27 anos,  teve passagens de sucesso por vários clubes brasileiros. Conhecido, entre outros feitos, por conseguir acesso à elite do futebol por vários clubes – entre eles Bahia, Portuguesa e Palmeiras – foi chamado de Ananiesta enquanto atuava no meio de campo da Lusa paulista em 2011.

Depois de conquistar o acesso à Série A com o Palmeiras, foi ao Sport, em 2014. Pelo Leão pernambucano, marcou o primeiro gol do estádio do Allianz Parque, em vitória por 2 a 0.

Na Chapecoense desde 2015, ele atuou em 92 partidas e marcou 16 gols. Entre eles, dois dos mais importantes da história do clube, contra o Junior Barranquilla-COL, pelas quartas de final da Copa Sul-Americana, e outro contra o San Lorenzo, pelas semifinais da competição, no estádio Nuevo Gasómetro, em Buenos Aires, no empate em 1 a 1.

(Crédito: Cleberson Silva/Chapecoense)
(Crédito: Cleberson Silva/Chapecoense)

Arthur Maia

Revelado pelo Vitória, aos 18 anos, Arthur Maia se destacou apenas em 2014, pelo América-RN. Antes, passou ainda pelo Joinville, por empréstimo, mas foi no clube potiguar que, com um gol, no campeonato estadual, ganhou holofotes e a atenção do Flamengo. Ficou na Gávea por uma temporada e não se firmou. 18 jogos depois, partiu para a Chapecoense em 2016.

Em Santa Catarina, começou a ganhar sequência, tanto que disputou 21 das 37 rodadas do Campeonato Brasileiro até aqui. Na campanha histórica na Sul-Americana, porém, ficava de fora, com somente uma aparição. Arthur Maia era alagoano, natural de Maceió, e morreu com 24 anos.

(Crédito: Cleberson Silva/Chapecoense)
(Crédito: Cleberson Silva/Chapecoense)

Bruno Rangel

Nascido em Campos dos Goytacazes, no estado do Rio de Janeiro, Bruno Rangel passou por alguns clubes brasileiros, como Paysandu, Guarani e Joinville, mas foi somente quando cruzou os 1.585 km que separam a cidade natal de Chapecó que conseguiu brilhar e aparecer para o futebol nacional. O atacante chegou à Chapecoense em 2013, para a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro, competição em que marcou incríveis 31 gols em 34 jogos.

O bom desempenho na Chape acabou despertando o interesse de clubes do exterior, e o jogador embarcou rumo ao Qatar para defender o Al-Arabi. Em 2015, Rangel voltou à equipe para fazer história: o atacante alcançou a posição de maior artilheiro da história da Chapecoense. Dos 81 gols convertidos, dois deles foram marcados durante a caminhada rumo à final da Copa Sul-Americana, diante do Cuiabá, na segunda fase da competição. Na busca pelo sonho do título sul-americano com a Chape, Bruno Rangel deixou a vida para registrar o seu nome na história da Chapecoense e do futebol mundial.

(Crédito: Flickr Chapecoense)
(Crédito: Flickr Chapecoense)

Caramelo

Desde a base, o jovem Mateus é chamado de Caramelo, mesmo sem saber o motivo. Mesmo com a incerteza, aceitou o apelido. Cria do Mogi Mirim, se destacou pela equipe no Paulista de 2013 e chamou a atenção de vários times, mas o São Paulo ganhou a queda de braço.

Muito jovem, teve problemas para conquistar espaço na equipe titular, foi emprestado ao Atlético-GO em 2014, e novamente cedido à Chapecoense em 2015 e 2016.

(Crédito: Flickr Chapecoense)
(Crédito: Flickr Chapecoense)

Cléber Santana

Cléber Santana Loureiro nasceu em 27 de junho de 1981, em Recife. Meia destro e de boa estatura, começou sua carreira em sua cidade natal, no Sport. Depois de uma temporada no Vitória, foi se aventurar no Japão, atuando pelo Kashiwa Reysol. Foi na volta ao Brasil, porém, que conseguiu grande destaque no cenário nacional, atuando pelo Santos. Como um segundo volante com remate potente e forte chegada ao ataque, Cléber Santana foi importante na boa campanha do Santos no Brasileiro de 2006, e, na temporada seguinte, protagonizou ao lado de Zé Roberto e Kléber um primeiro semestre com um título paulista e a chegada à semifinal da Libertadores.

O bom desempenho o levou ao Atlético de Madrid, da Espanha, de onde foi emprestado ao Mallorca-ESP, sempre apresentando futebol consistente. Na volta ao Brasil, em 2010, teve a oportunidade de atuar por grandes equipes como São Paulo, Atlético Paranaense, Avaí, Flamengo e Criciúma. Chegou à Chapecoense em 2015, e não demorou a se tornar um dos principais jogadores do elenco. Foram 96 jogos e quatro gols com a camisa alviverde.

(Crédito: Getty)
Danilo se destacou pela Chape em 2016 (Crédito: Getty)

Danilo

Marcos Padilha Danilo. O Danilo da Chapecoense. Aos 31 anos, o goleiro despontou tarde na carreira e ganhou notoriedade ainda maior nas últimas semanas, quando fez defesa milagrosa no último lance do jogo contra o San Lorenzo-ARG, que colocou o time catarinense nas finais da Copa Sul-Americana. Nas oitavas de final, já havia defendido quatro penalidades na disputa diante do Independiente-ARG. Recentemente, o arqueiro completara 150 jogos com a camisa verde, quando recebeu diversas homenagens do clube. Após passar por Cianorte, Engenheiro Beltrão, Nacional de Rolândia, Operário de Ponta Grossa, Arapongas e Londrina, Danilo desembarcou na Arena Condá em 2013 e, desde então, se tornou um dos grandes ídolos da cidade de Chapecó, sendo campeão catarinense em 2016. Ele foi um dos resgatados com vida do acidente aéreo, mas não resistiu aos ferimentos e acabou falecendo.

(Crédito: NELSON ALMEIDA/AFP/Getty Images)
(Crédito: NELSON ALMEIDA/AFP/Getty Images)

Dener Assunção

Desde que foi revelado pelo Grêmio, em 2009, rodou em vários clubes do interior do Rio Grande do Sul, entre eles o Guarany de Bagé, Veranópolis, Vitória e Caxias. Passou por Ituano, chegou ao Coritiba depois de se destacar no clube paulista e estava em um bom momento na lateral esquerda da Chapecoense. Foram 102 jogos e dois gols do atleta de 25 anos com a camisa do Verdão do Oeste.

(Crédito: Friedemann Vogel/Getty Images)
(Crédito: Friedemann Vogel/Getty Images)

Filipe Machado

Era um dos mais experientes do plantel. Nascido em Gravataí-RS, o zagueiro tinha 32 anos e passagens por inúmeras equipes do futebol brasileiro, como Internacional, Fluminense, Resende, Guaratinguetá, Macaé, e também por clubes europeus, tais como Albacete-ESP e CSKA Sofia-RUS. O defensor publicou um vídeo, momentos antes da tragédia, que viralizou nas redes sociais, retratando a animação do elenco do Verdão do Oeste, já no avião, por conta da possibilidade de jogar uma final sul-americana.

(Crédito: Gabriel Rossi/LatinContent/Getty Images)
(Crédito: Gabriel Rossi/LatinContent/Getty Images)

Gil

Natural de Santo Antônio, no Rio Grande do Norte, o volante tinha 27 anos. Despontou para o futebol ao chegar às semifinais do Paulistão de 2007, quando atuava pelo Guaratinguetá. Desde então, passou por Vitória, Santo André, Ponte Preta e Coritiba. Chegou à Chapecoense em 2015, tendo realizado 96 jogos pelo clube, com cinco gols marcados.

(Crédito: Divulgação)
(Crédito: Divulgação)

Gimenez

Natural de Ribeirão Preto, o lateral Gimenez foi revelado pelo Olé Brasil, mas logo se transferiu para o Comercial. Com boas participações no Campeonato Paulista de 2015, vestindo a camisa do Botafogo-SP, inclusive marcando gol sobre o São Paulo durante a competição, chamou a atenção do Goiás, que o contratou ao fim do Estadual.

Com o rebaixamento do Esmeraldino à Série B do Brasileirão de 2016, Gimenez chegou à Chapecoense, indicado por Guto Ferreira – técnico que também o recomendou para o Bahia, em negociação que quase foi fechada. Desde então disputou 51 partidas pelo Verdão do Oeste, a última delas a derrota para o Palmeiras, no Allianz Parque, no último domingo (27).

(Crédito: Flickr Chapecoense)
(Crédito: Flickr Chapecoense)

Jackson Follmann

Um dos resgatados com vida na tragédia que envolveu a Chapecoense, o goleiro Jackson Follmann não poderá seguir a carreira de jogador de futebol. O atleta, após passar por várias cirurgias, teve uma das pernas amputadas. Ele chegou ao clube catarinense em maio desta temporada, e ainda não havia entrado em campo pela equipe. Aos 24 anos, Follmann foi revelado no Juventude e depois passou por Grêmio, Linense e URT. Todos depositavam muitas esperanças em cima do futuro do jovem arqueiro. Teve a perna direita amputada e está com quadro estável, segundo o Hospital San Vicent de Paul.

(Crédito: NELSON ALMEIDA/AFP/Getty Images)
(Crédito: NELSON ALMEIDA/AFP/Getty Images)

Josimar

Um guerreiro. Assim era Josimar. Volante, era natural de Pelotas, tinha 30 anos e havia iniciado no futebol no Internacional. Antes de ter oportunidades no time principal, atuou na equipe B do Colorado e foi emprestado para vários times, incluindo Brasil – da sua cidade natal -, Fortaleza, Al-Watani, da Arábia Saudita, e Ponte Preta. Em 2012, ganhou suas primeiras oportunidades no Inter sob comando de Dorival Junior e, posteriormente, Fernandão.

Marcou seu primeiro gol como profissional em uma goleada sobre o Flamengo por 4 a 1 naquele ano. Pelo clube gaúcho, fez 66 jogos. Depois, jogou pelo Palmeiras e novamente pela Ponte Preta, antes de chegar à Chapecoense em 2016. Em 50 partidas nesta temporada pelo clube catarinense, foi titular em 44 oportunidades. Marcou seu único gol com a camisa da Chape na Copa do Brasil. Seu último jogo foi justamente a semifinal da Copa Sul-Americana, contra o San Lorenzo-ARG.

(Crédito: NELSON ALMEIDA/AFP/Getty Images)
(Crédito: NELSON ALMEIDA/AFP/Getty Images)

Lucas Gomes

Paraense, Lucas Gomes nasceu em 29 de maio de 1990. Começou no futebol no Bragantino-PA, clube da sua cidade – Bragança. Estreou em 2010 e teve um crescimento rápido na carreira. Passou por São Raimundo-PA, Trem, Castanhal, Ananindeua e Tuna Luso, até chegar ao Londrina em 2013. De lá, foi emprestado ao Sampaio Corrêa, e se destacou na Série B de 2014 jogando pelo Icasa. No ano seguinte, recebeu a sua grande oportunidade, o Fluminense. Chegou à Chapecoense no início de 2016, onde atuou em 55 partidas, marcando oito gols. Balançou a rede pela última vez em 31 de agosto, justamente na Copa Sul-Americana, na vitória por 3 a 1 sobre o Cuiabá.

 

(Crédito: Flickr Chapecoense)
(Crédito: Flickr Chapecoense)

Kempes

Everton Kempes dos Santos Gonçalves, conhecido como Kempes, nasceu no dia 3 de agosto de 1985. Atacante ambidestro e habilidoso, iniciou a carreira na Portuguesa, mas não foi muito aproveitado no clube de origem, sendo emprestado para times como Novo Hamburgo, Ceará e América-MG. Após uma passagem no futebol japonês, voltou para o Brasil-RS, onde atuou no Joinville. Teve, em 2016, pela Chapecoense, seu melhor ano em gols na carreira, marcando 14. Ganhou dois títulos: o Capixaba de 2006, pelo Vitória-ES, e o Catarinense desta temporada, pela Chape.

(Crédito: Flickr Chapecoense)
(Crédito: Flickr Chapecoense)

Marcelo

O zagueiro apareceu para o cenário nacional como novo Dedé após destaque no Campeonato Carioca de 2014 pelo Volta Redonda. Mesmo vinculado ao Cianorte, foi do Voltaço para o Flamengo, por empréstimo, onde ficou até o fim de 2015. Na Gávea, foram quase 50 partidas, mas pouco prestígio com a torcida. Em 2016, acertou com a Chapecoense.

Depois de quatro meses recuperando-se de lesão, o jogador voltou ao time no último domingo (27), contra o Palmeiras, quando pôde voltar a ser titular. Até pela lesão, disputou 14 partidas na temporada. Natural de Juiz de Fora, Marcelo nasceu em 26 de agosto de 1991 e morreu aos 25 anos de idade.

(Crédito: JUAN MABROMATA/Getty)
(Crédito: JUAN MABROMATA/Getty)

Matheus Biteco

Em 2013, com apenas 18 anos, foi relacionado pela primeira vez para jogar com os profissionais do Grêmio. No entanto, não se firmou no Tricolor. Fez apenas 20 jogos pela Chapecoense, onde se mostrava muito feliz, segundo os irmãos Guilherme e Gabriel, que também atuam no mundo do futebol como jogadores. Passou pelas divisões de base sub-20 e sub-21 da Seleção.

(Crédito: Flickr Chapecoense)
(Crédito: Flickr Chapecoense)

Neto

Um dos sobreviventes do acidente, o zagueiro Neto foi revelado no Vasco em 2005, mas nunca disputou partidas pela equipe. Passou depois pelo Paraná, tendo conquistado o Campeonato Paranaense, seu primeiro título na carreira. Em seguida, atuou no Francisco Beltrão, Cianorte, até chegar no Guarani, onde ganhou maior projeção.

Destacou-se no Bugre na campanha do vice-campeonato paulista de 2012, o que chamou a atenção de Inter e Santos. Na briga por sua contratação, o Peixe levou a melhor, e o jogador ficou na Vila Belmiro até dezembro de 2014. No ano seguinte, acertou com a Chape e foi campeão estadual em 2016.

O guerreiro Neto foi resgatado do acidente e levado a um hospital da região. O valente defensor precisou passar por uma cirurgia, devido a um traumatismo craniano, e está sob cuidados intensivos, sem risco de morte.

(Crédito: Flickr Chapecoense)
(Crédito: Flickr Chapecoense)

Sergio Manoel

Aos 27 anos e nascido na cidade de Xique-Xique, na Bahia, o volante teve passagens por Coritiba, Atlético-GO e Paysandu. Chegou ao Verdão do Oeste nesta temporada e realizou 26 jogos, com dois gols anotados.

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(Crédito: NELSON ALMEIDA/AFP/Getty Images)

Tiaguinho

Um dos mais jovens do elenco da Chapecoense, Tiago da Rocha Vieira, conhecido como Tiaguinho, nasceu no estado do Rio de Janeiro, no dia 04 de junho de 1994. Ponta habilidoso e com um grande futuro pela frente, se destacou para o futebol pelo Metropolitano, de Santa Catarina, e foi contratado pela Chapecoense como reforço para o Campeonato Brasileiro. O jogador era um dos destaques da equipe na temporada e vinha sendo titular frequente do Verdão do Oeste. O atleta descobriu que seria pai há uma semana, em surpresa realizada por companheiros de elenco.

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(Crédito: NELSON ALMEIDA/AFP/Getty Images)

William Thiego

Mais conhecido como Thiego, o ex-zagueiro tinha 30 anos e começou sua carreira no Grêmio, em 2007. Passou pelo futebol japonês, no Kyoto Sanga, jogou no Bahia, rodou por Ceará e Figueirense, e se aventurou também no Azerbaijão, no Khazar Lankaran. Mas seu auge foi na Chapecoense. Muito bem na parte defensiva, ele também se destacou no ataque. Esse ano, fez cinco gols na Série A e um na Sul-Americana. Era um dos destaques do time de Chapecó e estava acertado com o Santos.

(Crédito: Flickr Chapecoense)
(Crédito: Flickr Chapecoense)

Caio Júnior

Paranaense nascido em 8 de março de 1965, Luiz Carlos Saroli, mais conhecido por Caio Júnior, foi jogador profissional entre 1985 e 1999. Após pendurar as chuteiras, assumiu o desafio de se tornar técnico do Paraná Clube, equipe pela qual – na sua segunda passagem, em 2006 – conseguiu a história classificação para a Libertadores quando o clube tinha somente 17 anos de idade. Após isso, teve passagens por grandes clubes como Palmeiras e Flamengo, mas a não-classifição das equipes para a Libertadores lhe custaram seu cargo em ambas as oportunidades.

Após isso, Caio Jr. foi ao Qatar, mas voltou em pouco menos de dois anos para comandar Botafogo, Grêmio, Bahia, Vitória e Criciúma, sem muito sucesso nos clubes. Antes de iniciar sua vitoriosa trajetória com a Chapecoense, passou novamente pelo mundo árabe, comandando o Al-Shabab. Pela Chape, Caio Júnior conseguiu não somente assegurar vaga na Série A de 2017, mas também atingir o maior feito dos modestos 43 anos do time catarinense: levar a equipe à inédita final da Sul-Americana. Um sonho que foi prolongado por toda a eternidade

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